O
RIO
DOS
HOMENS
IGNORANTES
Não
há homem tão ignorante que não possa aprender alguma coisa com a sua própria
ignorância
Galileu
Galilei
- Suécia idade medieval, tempos difíceis de muita crueldade e brutalidade por parte dos seres humanos. Todos os países do continente europeu passam por profundas mudanças, a maioria dos países ainda não concentram suas populações em grandes centros, viviam-se mais em colônias e em grupos na maioria formado por famílias como os nômades.
Entre
essas colônias havia uma ao noroeste da Suécia, região rica em florestas
naturais, e grande produtora de madeira para todo o Pais. Povos nômades onde
que a cultura e a sobrevivência de cada pessoa se passavam de famílias por
famílias.
Com
cada ensinamento que se aprendia também se vinha um pouco de historias e lendas
de seus antepassados.
Entre
tantas colônias que viviam as margens dos rios, tanto como por sobrevivência
com por facilitar o trabalho diário.
-
Havia uma muito especial, em que a maioria dos homens trabalhava praticamente
na única e exclusiva fonte na extração da madeira e na madeireira da colônia,
funcionava quase que como hoje nos dias atuais o nosso sistema moderno seria
uma cooperativa entre famílias.
As
mulheres tomavam conta dos filhos, ajudavam na lavoura e na pesca.
-
Entre as lendas que se contava ali, naquela colônia era uma que já havia
passado de gerações por gerações, por século e séculos.
-A
lenda de que se subindo o rio ao norte que nascia há muitos e muitos
quilômetros dali, em uma enorme montanha na sua nascente além de agua mais pura
e saudável de todo o mundo também havia, também se poderia encontrar
Esmeraldas, muitas esmeraldas preciosas.
-Essa
lenda se passava por todos e sempre os que mais se atormentavam eram os jovens,
sempre com os sonhos de dias melhores e uma qualidade de vida melhor para si e
para seus familiares.
-Jovens
como Miguel, e seu primo Emmanuel que cresceram ouvindo essas historias de
esmeraldas dos seus tios e avôs.
-
O RIO DAS ESMERALDAS
-
Miguel filho homem único de uma família de quatro filhos de seu Jan e dona
Alice, trabalhador desde cedo com seu pai na madeireira apreendendo o oficio,
naquela época praticamente não se havia escolas, ensinava-se o básico entre
colônias só para sobreviver.
-
Miguel cresceu observando sempre as duras dificuldades de sua família e de
todos na colônia para sobreviver, principalmente na época de inverno que é
muito rigoroso na região.
-
Sempre fora bom filho, boa pessoa, educado, e muito trabalhador sempre
responsável pelos seus atos, sempre teve em si como dignidade de que todo homem
só é feliz através do seu trabalho honesto , nunca se envolvia em confusões ou
badernas nas épocas de festas na colônia, ou colônias próximas no verão quando
se dava as maiorias das ocasiões de festas, principalmente as que se
contemplavam o Rei Sol e a natureza, Miguel com o seu primo Emmanuel assim como
inúmeros jovens sempre procuravam ir as festas de outras colônias afim de
conhecerem alguma jovem para um futuro compromisso.
E
em um ano na maior festa de todas onde as colônias vizinhas se ajuntavam para
comemorar a festa do Rei Sol.
-
Miguel tem o prazer de conhecer a linda jovem morena de cabelos ondulados de um
lindo corpo, a jovem Valery.
-
Naquela festa quase que no fim da festa Miguel sem saber porque se distanciando
do grupo de amigos que estavam animadamente conversando, começa que a passear,
como que pelo meio das pessoas em círculos, e mais círculos, quando que de
repente a sua frente a alguns metros de distancia observa um grupo de meninas
conversando onde que parecia que uma ou algumas já se despediam.
Neste
instante para ele mesmo observando de longe, já sentiu algo diferente


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